Transformando a sua escola em uma escola bilíngue

Transformando a sua escola em uma escola bilíngue

Que tal oferecer a seus alunos pequenos a possibilidade de uma educação bilíngue?

Certamente este pode ser um grande diferencial em um mercado cada vez mais concorrido, e a Learning Fun é seu parceiro ideal neste processo.

Veja aqui algumas razões para você escolher a Learning Fun, e transformar a vida de seus preciosos alunos:

  • Somos uma empresa especializada no ensino de inglês para crianças e já estamos há 27 anos no mercado.
  • Trabalhamos com uma metodologia que atende crianças a partir de 8 meses de idade, e permite o acompanhamento até o quinto ano.
  • As nossas aulas de inglês tem como objetivo contribuir com o desenvolvimento do aluno.
  • Preparamos as crianças para os mais prestigiados testes internacionais , como o TOEFL.
  • Desenvolvemos uma aprendizagem focada em como o cérebro aprende e nos Benefícios da Educação Bilíngue.
  • Trabalhamos com o objetivo que as aulas de inglês possam contribuir no desenvolvimento do aluno.
  • Usamos um material didático exclusivo que garante a estimulação e torna as atividades lúdicas.
  • Introduzimos a música como um facilitador da aprendizagem;
  • Trabalhamos a matemática, ciência, linguagem, arte em nossos projetos multidisciplinares mensais.
  • Apoiamos as escolas com ações digitais ,  na formação do professor e no atendimento dos responsáveis.

Temos licenciados em todo o Brasil que poderão apresentar maiores detalhes sobre Educação Bilíngue.

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A opinião de uma especialista sobre a metodologia LEARNING FUN

A opinião de uma especialista sobre a metodologia LEARNING FUN

Parecer de Janaina Weissheimer sobre a metodologia LEARNING FUN.

O material pedagógico da franquia bilíngue LEARNING FUN considera vários aspectos que já vêm, há algum tempo, sendo apontados pela neurociência como possíveis catalizadores da aprendizagem significativa, como por exemplo, a motivação, a cognição corporificada, a multissensorialidade, a relação entre conhecimento prévio e novo, entre outros.

Há várias atividades no material LEARNING FUN que promovem a motivação: jogos, desafios, recompensas (stickers). Sabe-se que a motivação é responsável pela ativação do sistema de recompensa cerebral, liberando a substância neuromoduladora dopamina que, por sua vez, é também essencial para consolidar as sinapses e reforçar o processo de aprendizagem. O fato de que a atenção dos aprendizes crianças é bastante limitada e de que estão em processo de desenvolvimento de estratégias cognitivas de foco de atenção também é levado em consideração pelo material LEARNING FUN. Por isso, as aulas são planejadas de maneira a oferecer e desenvolver habilidades linguísticas nos aprendizes bilíngues, também se preocupando com o desenvolvimento de habilidades cognitivas e metacognitivas de uma forma geral.

A multissensorialidade, a corporalidade e a multimodalidade estão presentes no método LEARNING FUN através das diversas oportunidades do aprendiz interagir com materiais concretos (realias). Envolver os vários sentidos, bem como diferentes modos de exposição ao input, permite que os aprendizes tenham mais rotas de acesso ao conhecimento aprendido quando desejarem acioná-lo.

Ainda, o material enfatiza a necessidade de se associar conhecimento prévio do mundo do aprendiz a algum elemento surpresa, como no caso da Mystery Bag. Um elemento novo ancorado a algo já conhecido pelo aprendiz coloca mais áreas do cérebro em alerta para que sejam recrutadas no processo de interação com o insumo, otimizando assim, as possibilidades de uma aprendizagem significativa.

Por último, a importância que o material dedica a atividades de simulação e imaginação, e a forma natural com que aborda o fenômeno de translanguaging, permitindo que a passagem entre a língua materna e a língua adicional do aprendiz aconteça de maneira natural em um contexto encorajador.

Janaina Weissheimer é graduada em Letras Português-Inglês pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos. Possui mestrado e doutorado. Atualmente é professora adjunta III do Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras e Modernas e membro permanente do Programa de Pós Graduação em Estudos da Linguagem, atuando na linha de pesquisa sobre Ensino e Aprendizagem de Línguas Estrangeiras. Sua pesquisa atual envolve aspectos cognitivos e neurocognitivos da aquisição de L2 (memória e processamento linguístico), bilinguismo, produção oral em L2 e impacto das tecnologias de informação e comunicação sobre a aquisição de L2. É coorganizadora do livro ‘Produção Oral em LE: Múltiplas Perspectivas’

Neuroplasticidade e aprendizagem bilingue na infância

Neuroplasticidade e aprendizagem bilingue na infância

Neuroplasticidade e aprendizagem bilíngue na infância

O cérebro da criança nasce e cresce mudando a todo minuto. Essa incrível e dinâmica capacidade de organização e mudança no cérebro se chama NEUROPLASTICIDADE. A neuroplasticidade depende da experiência que a criança tem com o ambiente que a cerca. Quanto mais rico for esse ambiente, em termos de estímulos e oportunidades de aprendizagem, mais o cérebro da criança poderá se beneficiar, criando novas redes sinápticas, fortalecendo conexões e gerando memórias significativas de aprendizagem.

É nesse momento de explosão sináptica natural – chamado de PERÍODO CRÍTICO ou SENSÍVEL – que aprender uma segunda língua se torna vantajoso, pois o incremento de várias habilidades se dá com mais rapidez e facilidade. Estudos mostram que aprender uma segunda língua precocemente na infância vai muito além de ampliar o repertório comunicativo da criança: melhora também o seu desenvolvimento cerebral, cognitivo e socioemocional. Mas para que isso aconteça, é essencial que o método de aprendizagem adotado pelo programa bilíngue se fundamente nas descobertas da neurociência da aprendizagem, como é o caso do método Learning Fun.

 

Referências:

LENT, Roberto. O cérebro aprendiz: neuroplasticidade e educação. Atheneu, 2019.

COSENZA, Ramon M.; GUERRA, Leonor B. Neurociência e Educação: como o cérebro aprende. Artmed, 2011.

DEHAENE, Stanislas. É assim que aprendemos. Contexto, 2022.

Carta de Howard Garner  a LearningFun

Carta de Howard Garner a LearningFun

Howard Garner

Howard Garner é um cientista americano, nascido em Scranton, Pensilvânia, no dia 11 de julho de 1943.

Formado no campo da psicologia e da neurologia e professor de psicologia da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, causou forte impacto na área educacional com sua teoria das inteligências múltiplas, divulgada no início da década de 1980. Seu interesse pelos processos de aprendizado já estava presente nos primeiros estudos de pós-graduação, quando pesquisou as descobertas do suíço Jean Piaget (1896-1980).

Autor de trinta livros traduzidos em trinta e dois idiomas e várias centenas de artigos, Gardner é muito conhecido nos círculos educacionais por sua teoria das inteligências múltiplas, uma crítica à noção de que existe apenas uma única inteligência humana que pode ser avaliada pelos instrumentos psicométricos padrões (consulte https://www.multipleintelligencesoasis.org/).

Desde meados da década de 1990, Gardner dirige o The Good Project, um grupo de iniciativas, fundado em colaboração com os psicólogos Mihaly Csikszentmihalyi e William Damon, que promove a excelência, o engajamento e a ética na educação, preparando os alunos para se tornarem bons trabalhadores e bons cidadãos que contribuem para o bem-estar geral da sociedade.

A Teoria das Múltiplas Inteligências

A ideia de que existem várias aptidões, além do raciocínio lógico-matemático, apresentada pelo psicólogo, causou grande impacto nos meios pedagógicos.

Os componentes do MI

Para que algo seja qualificado como inteligência, deve satisfazer os oito “sinais” de inteligência de Howard Gardner. Após extensa pesquisa, Gardner identificou oito inteligências distintas.

Espacial

A capacidade de conceituar e manipular matrizes espaciais de grande escala (por exemplo, piloto de avião, marinheiro) ou formas mais locais de espaço (por exemplo, arquiteto, jogador de xadrez).

Corporal-cinestésico 

A capacidade de usar todo o corpo ou partes do corpo (como as mãos ou a boca), para resolver problemas ou criar produtos (por exemplo, dançarino).

Musical

Sensibilidade ao ritmo, afinação, métrica, tom, melodia e timbre. Pode envolver a capacidade de cantar, tocar instrumentos musicais e/ou compor música (por exemplo, maestro musical).

Linguística

Sensibilidade ao significado das palavras, à ordem entre as palavras e ao som, ritmos, inflexões e métrica das palavras (por exemplo, poeta). (Às vezes chamado de inteligência linguística.)

Lógico-matemática

A capacidade de conceituar as relações lógicas entre ações ou símbolos (por exemplo, matemáticos, cientistas). O famoso psicólogo Jean Piaget acreditava estar estudando a gama de inteligências, mas na verdade estava estudando a inteligência lógico-matemática.

Interpessoal

A capacidade de interagir eficazmente com os outros. Sensibilidade ao humor, sentimentos, temperamentos e motivações dos outros (por exemplo, negociador). (Às vezes chamado de inteligência social.)

Intrapessoal

Sensibilidade aos próprios sentimentos, objetivos e ansiedades e a capacidade de planejar e agir à luz de suas próprias características. A inteligência intrapessoal não é específica de carreiras específicas; em vez disso, é um objetivo para cada indivíduo em uma sociedade moderna complexa, onde cada um tem que tomar decisões importantes para si mesmo. (Às vezes chamado de auto inteligência.)

Naturalista

A capacidade de fazer distinções consequentes no mundo da natureza como, por exemplo, entre uma planta e outra, ou uma formação de nuvens e outra (por exemplo, taxonomista). (Às vezes chamado de inteligência da natureza.)

Veja a carta que ele enviou a criadora da metodologia Learning Fun.

Prezada Tereza,

Obrigado por sua gentil nota e por me contar sobre Learning Fun. Eu aprecio o seu interesse no meu trabalho e fico feliz que ele tenha inspirado você. Para obter as informações mais recentes sobre a teoria das IM, você pode ver meu site: https://www.multipleintelligencesoasis.org

Ao longo dos anos, vários professores de línguas estrangeiras me abordaram sobre como usar as ideias “MI” no ensino de línguas estrangeiras. Minha avaliação original era que a contribuição real da IM para o ensino de línguas estrangeiras, ou educação bilíngue, seria modesta – comparada, digamos, ao seu papel no ensino de história, geografia ou biologia. Mas aqui estão algumas maneiras pelas quais isso pode ser útil:

  1. Os jovens provavelmente aprendem melhor as línguas de diferentes maneiras. Eu, por exemplo, adoro aprender com o texto escrito; muitos, talvez a maioria dos outros, preferem aprender por meio de interações humanas, assistindo a vídeos etc.
  2. Todos nós aprendemos melhor quando somos motivados pelo tópico e gostamos do ambiente em que o aprendizado ocorre. Especialmente devido às novas tecnologias, deve ser possível “adaptar” a abordagem educacional ao aluno.
  3. Este é provavelmente o ponto mais importante, mas é o mais difícil de explicar de forma sucinta. Cada língua tem certas características distintivas que não são intuitivas para aqueles que não falam a língua. Por exemplo, as várias conjugações do modo subjuntivo em espanhol não fazem sentido intuitivo para mim; Casos latinos são difíceis para aqueles que não têm esses modos em sua língua nativa etc. Existem muitas maneiras de transmitir esses conceitos, que são importantes dentro de um idioma e as abordagens de inteligência múltipla podem ser bastante úteis. Trabalho essas ideias nos capítulos 7-9 do meu livro THE DISCIPLINED MIND.
  4. De maneira mais geral, a publicação mais atualizada sobre a teoria das IM é a INTELLIGENCE REFRAMED, que contém uma grande bibliografia. Eu acho que vários artigos mencionados lá podem ser relevantes para você. Além disso, essa lista de referência contém vários “testes” para as inteligências múltiplas. Eu particularmente não recomendo nenhum deles, mas se você precisa de algum tipo de instrumento para medir um perfil, é por aí que você deve começar. Certifique-se de distinguir entre testes que simplesmente medem preferências e aqueles que realmente exploram habilidades nas diferentes inteligências.

 

Os benefícios de um cérebro bilingue.

Os benefícios de um cérebro bilingue.

OS BENEFÍCIOS DE UM CÉREBRO BILINGUE

Mia Nacamulli

Hablas espanhol? Parlez-vous français? Se você respondeu: “Si” ou “oui” ou 說中文   e está assistindo este vídeo em inglês, é provável que você faça parte da maioria bilíngue ou multilíngue. E, além da vantagem de viajar e ver filmes sem legendas, saber 2 ou mais línguas significa que seu cérebro parece diferente e trabalha de maneira diferente dos seus amigos monolíngues.

Então, o que significa na verdade conhecer uma língua? A habilidade de linguagem é tipicamente medida em duas partes ativas: falar e escrever e duas partes passivas: ouvir e ler. Enquanto o bilíngue equilibrado tem habilidades quase iguais em duas línguas, a maioria dos bilíngues ao redor do mundo conhece e utiliza suas línguas em proporções variáveis. E, dependendo das situações em que se encontrem e de como adquiriram cada língua, eles podem ser classificados em três tipos gerais.

Por exemplo, vamos ver a Gabriela, cuja família imigrou do Peru para os Estados Unidos quando ela tinha dois anos de idade. Como um bilíngue composto, Gabriela desenvolve dois códigos linguísticos simultaneamente, com um único conjunto de conceitos, aprendendo ambos, o inglês e o espanhol à medida que começa a processar o mundo ao seu redor. Seu irmão adolescente, por sua vez, pode ser um bilíngue coordenado, que trabalha com dois grupos de conceitos, aprendendo inglês na escola, enquanto continua a falar espanhol em casa e com os amigos. Finalmente, os pais de Gabriela tendem a ser bilingues subordinados, que aprendem uma secundária língua, filtrando-a através de sua língua primária.

Pelo fato de que todos os tipos de pessoas bilíngues podem se tornar proficientes em uma língua, independentemente do sotaque ou pronúncia, a diferença pode não ser aparente para um observador casual. Mas, os avanços recentes na tecnologia de imagem cerebral deram pistas aos neuro linguistas sobre a maneira como os aspectos do aprendizado de línguas afetam o cérebro bilíngue. Sabemos que o hemisfério esquerdo do cérebro é mais dominante em processos analíticos e lógicos, enquanto o hemisfério direito é mais ativo em processos sociais e emocionais, embora seja uma questão de grau e não uma separação absoluta.

O fato de que a linguagem envolve ambos os tipos de funções, enquanto a lateralização desenvolve gradualmente com a idade, levou à hipótese do período crítico. De acordo com esta teoria, as crianças aprendem línguas com mais facilidade porque a plasticidade de seus cérebros em desenvolvimento permite que eles usem os dois hemisférios na aquisição da linguagem, enquanto que para a maioria dos adultos, a linguagem está lateralizada em um hemisfério, geralmente no esquerdo.

Se isso for verdade, aprender uma língua na infância, pode lhe dar uma compreensão mais ampla dos seus contextos sociais e emocionais. Por outro lado, pesquisas recentes mostraram que as pessoas que aprendem uma segunda língua na fase adulta apresentam menos viés emocional e uma abordagem mais racional ao confrontar problemas na segunda língua do que na sua língua nativa. Mas, independentemente de quando você adquire línguas adicionais, ser multilíngue dá ao seu cérebro algumas vantagens notáveis. Algumas delas são visíveis como uma maior densidade de matéria cinzenta, que contém a maior parte dos neurônios e sinapses do cérebro, e mais atividade em certas regiões ao conversar numa segunda língua.

O treino intenso que o cérebro bilingue executa ao longo da vida pode também ajudar a atrasar o surgimento de doenças como a demência e Alzheimer por até cinco anos. A ideia de benefícios cognitivos com o bilinguismo pode parecer intuitiva agora, mas teria surpreendido especialistas no passado. Antes da década de 1960, o bilinguismo era considerado uma desvantagem, que atrasava o desenvolvimento infantil, por forçar a criança a gastar energia diferenciando duas línguas, visão essa baseada em estudos falhos. E enquanto um estudo mais recente mostrou que o tempo de reação e erros aumentam para alguns alunos bilingues em testes de línguas cruzadas, ele também mostrou que o esforço e atenção necessários para alternar entre línguas gerava mais atividade e reforçava potencialmente o córtex pré-frontal dorsolateral. Esta é a parte do cérebro que desempenha um grande papel na função executiva, resolução de problemas, alternação entre tarefas e na concentração, enquanto filtra informações irrelevantes.

Então, o bilinguismo não o torna mais esperto necessariamente, mas ele torna seu cérebro mais saudável, complexo e ativamente engajado e mesmo que você não tenha tido a sorte de aprender uma segunda língua enquanto criança, nunca é tarde para fazer um favor a si mesmo, e dar o salto linguístico de “Olá” para “Hola”, “Bonjour” ou  “說中文”

Pois, no que diz respeito aos nossos cérebros, um pouco de exercício pode nos levar longe.

The benefits of a bilingual brain – Mia Nacamulli

A opinião de uma especialista sobre a metodologia LEARNING FUN

Dá para aprender 2 idiomas ao mesmo tempo?

Bilinguismo atrasa o aprendizado de línguas?

Uma preocupação frequente é que o bilinguismo tornaria o aprendizado de línguas mais lento.

Porém, não é o que as pesquisas dizem. Estudos mostram que os padrões do aprendizado bilíngue são, na verdade, muito parecidos com os do aprendizado monolíngue. Por exemplo, bebês bilíngues começam a produzir seus primeiros sons e também suas primeiras palavras na mesma idade que os bebês monolíngues.

Em palestra ao TEDx Talks, a Dra. Naja complementa: “Também sabemos que se dermos crédito às crianças bilíngues por cada palavra que elas sabem nas suas duas línguas, seu vocabulário é igual ou maior que o das crianças monolíngues”.

No entanto, realmente há crianças que apresentam atraso e dificuldade na aquisição e desenvolvimento da linguagem, pois possuem uma condição clínica chamada Distúrbio Específico da Linguagem (Specific Language Impairment).

Trata-se de uma dificuldade linguística em crianças normais, que ouvem, são inteligentes e compreendem de forma clara e adequada, e isso ocorre independente de quantas línguas estão sendo aprendidas no seu dia a dia. Essa condição pode ser confundida pelos pais que a atribuem ao bilinguismo, porém, a criança já apresentaria essa dificuldade em um ambiente monolíngue.

Em suma, afirmar que o bilinguismo atrasa o aprendizado de línguas é errado. Essa informação é um mito.