Conheça os principais benefícios de se iniciar o aprendizado de uma segunda língua a partir dos oito meses de idade, onde as crianças são imersas em um ambiente propício para o desenvolvimento cognitivo precoce e multifacetado. Essa fase inicial da vida é crucial, pois é quando o cérebro está mais receptivo e maleável para absorver novos idiomas e conceitos linguísticos. Este processo inclui:
1. Desenvolvimento Cognitivo:
Estimula o desenvolvimento cognitivo, promovendo habilidades de resolução de problemas, raciocínio lógico e criatividade.
2. Melhoria na Capacidade Linguística:
Facilita a aquisição de múltiplos idiomas, aproveitando a capacidade natural do cérebro infantil para absorver línguas de forma eficiente.
3. Familiaridade com Sons e Ritmos?
Expõe precocemente a diferentes sons e padrões de fala, contribuindo para uma melhor
4. Flexibilidade Cognitiva:
Desenvolve a flexibilidade cognitiva ao aprender diferentes estruturas linguísticas, o que pode resultar em maior facilidade para aprender outras habilidades no futuro.
5. Melhoria nas Habilidades Sociais:
Estimula habilidades sociais ao permitir que as crianças se comuniquem eficientemente em contextos multilíngues, promovendo a diversidade e a compreensão cultural.
6. Melhor Desempenho Acadêmico:
Indica que crianças bilíngues podem ter um desempenho acadêmico superior em áreas como leitura, escrita e matemática.
7. Aprimoramento da Memória:
Estimula desenvolvimento da memória, já que as crianças bilíngues precisam lembrar de vocabulários e estruturas em dois idiomas.
8. Benefícios a Longo Prazo:
Cria ia uma base sólida para a aprendizagem aquisição de novos idiomas no futuro.
Propósito: Oferecer uma metodologia eficaz, especializada no ensino de inglês ao público infantil, por meio da prestação de serviços a parceiros e franquias, com excelência e transparência.
Visão: Ser referência em educação bilíngue, na língua inglesa como solução de excelência.
Compromisso: Ensinar, Motivar, Estimular o aluno e Respeitar o universo do aluno.
Princípios: Ética, Qualidade, Responsabilidade e Parceria.
Benefícios
O ensino de um segundo idioma facilita a aquisição de outras línguas; a cognição, flexibiliza o raciocínio, a memorização.
O aluno da educação infantil aprende três vezes mais fácil do que o aluno a partir de oito meses, pois as crianças nascem prontos para aprender outro idioma.
Pesquisadores descobriram que há etapas definidas para o desenvolvimento do cérebro das crianças. A inteligência, a sensibilidade e a linguagem podem ser estimuladas nesta faixa etária, por isso o gosto pela ciência, pela arte e pelas línguas ocorre mais cedo do que imaginamos.
Até o terceiro ano de vida, a facilidade na aquisição de línguas estrangeiras é até quatro vezes maior do que entre os adultos. O ensino de outro idioma para bebês tornou-se comum nos U.S.A. e na Europa nos dias de hoje, e esta ideia já está chegando ao Brasil, por isso a demanda dos próprios responsáveis.
Proposta Pedagógica
Quatro Pilares da Educação
Aprender a conhecer: Que significa ser capaz de aprender a aprender ao longo de toda a vida.
Aprender a fazer: Que pressupõe desenvolver a competência do saber se relacionar em grupo.
Aprender a viver com os outros: Que consiste em desenvolver a compreensão do outro, na realização dos projetos comuns, preparando-se para gerir conflitos, fortalecendo sua identidade e respeitando a dos outros.
Aprender a ser: Para melhor desenvolver sua personalidade e poder agir com autonomia, expressando opiniões e assumindo as responsabilidades pessoais.
“Uma escola boa é aquela em que os alunos se sentem bem motivados para aprender e participar, em todas as atividades, além de serem estimuladas de forma integral.”
Oportunidade
Escola Bilíngue
Ter acesso a uma infinidade de conhecimentos e se tornar um cidadão pluricultural traz diversos benefícios para quem tem essa oportunidade e estudos comprovam que quanto mais cedo, mais fácil fica o aprendizado. A procura por escolas bilíngues vem crescendo no Brasil. […] A Learning Fun, especializada no ensino de idiomas para crianças de oito meses a sete anos de idade e aplica sua metodologia em escolas parceiras e na Rede de Escolas Bilíngues Learning Fun.
Método Learning Fun
‘‘O material pedagógico do ensino biíngue Learning Fun considera vários aspectos que já vêm, há algum tempo, sendo apontados pelas neurociências como possíveis canalizadores da aprendizagem’’
Janaina Weissheimer: Doutora em inglês: estudos Linguísticos e Literários pela UFSC e Pós-Doutorado pela University of California San Diego
Características do Método
Níveis do Método
Programas Bilíngue Learning Fun
Baby Plus Program – 8 meses a 2 anos
Baby Time – 8 meses
Fun Time – 1 ano
Special Time – 2 anos
Learning Fun Program – 3 a 5 anos
My First Steps – 3 anos
Special book – 4 anos
Learning Fun – 5 anos
Nossas modalidades são:
1 Vez por semana (só no currículo)
2 Vezes por semana (Fora e dentro do currículo)
3 Vezes por semana (Fora e dentro do currículo)
METODOLOGIA PARA QUEM QUER ENSINAR O CERTO PARA AS CRIANÇAS
Nosso Programa em Inglês
O Learning Fun contempla:
Plataforma digital completa para professores, gestão, pais e alunos;
Material didático para os alunos registrarem as suas atividades com liberdade e de maneira autônoma;
Assessoria Pedagógica;
Capacitação com especialistas da área e certificação;
Acompanhamento das produções e da evolução do processo pedagógico pelos responsáveis.
Material Didático
Músicas
Fantoches
Brinquedos
Posters
Adesivos
Livro-texto com atividades
Livro de histórias
Cartões
Portal Online
Projetos
Crianças mais estimuladas
Aprendizado de um segundo idioma de forma divertida, lúdica, dinâmica e espontânea.
Desenvolvimentos das habilidades como coordenação motora a capacidade de concentração, a sequência lógica, entre outros.
Pronúncia sem sotaque
Aumento do potencial cognitivo, social e emocional.
Responsáveis mais satisfeitos
Dispensa a matrícula em um curso de inglês fora da escola.
Prepara os filhos para um mundo globalizado para o futuro: Vestibular, viagens, intercâmbio e mercado de trabalho.
Comunicação com os Responsáveis e Canais de Divulgação
Por Janaina Weissheimer.
Pesquisadora do AprendiLab no Instituto do Cérebro da UFRN.
Há muitas vantagens em se estabelecer uma base bilíngue sólida nos primeiros anos de vida. Graças aos chamados períodos sensíveis, em que os neurônios estão ávidos por fazer novas conexões, começar a aprender uma segunda língua cedo reconfigura o cérebro do bebê e o torna mais apto a aprendizagens futuras. Embora sejamos capazes de aprender durante toda a nossa vida, é durante a infância que temos maior neuroplasticidade, ou seja, a propriedade que nosso cérebro tem de modificar-se dinamicamente na interação com o ambiente que o cerca.
O cérebro do bebê é um pequeno estatístico altamente eficiente, que capta informações do meio ambiente e as transforma em aprendizagem. Ele presta atenção na frequência dos estímulos que recebe do ambiente e percebe que aquelas informações com maior frequência são importantes para a sua existência e, então, as codifica e grava. Neste sentido, se expusermos um bebê a duas (ou mais) línguas desde cedo, o seu cérebro vai entender que ambas as línguas são essenciais para sua interação com o mundo e comunicação com os outros seres.
Infelizmente, há vários mitos associados ao bilinguismo infantil, que fazem um desserviço à família e à comunidade escolar como um todo. Um desses mitos é o de que bebês não falam, portanto, não podem ainda aprender uma segunda língua. No entanto, estudos mostram que os bebês aprendem os sons e o ritmo da sua língua nativa desde muito cedo. Prova disso é o fato de que reconhecem a voz da mãe desde o terceiro trimestre de gestação. Isso foi mostrado em um estudo de 2013, que descobriu que nas últimas 10 semanas de gravidez, os fetos ouvem as mães falarem e podem demonstrar o que ouviram quando nasceram. Além disso, os bebês apresentam choro melódico seguindo a cadência da sua língua materna nos cinco primeiros dias de vida.
Outra evidência da habilidade linguística dos bebês é que, no primeiro semestre de vida, eles têm acesso a todos os fonemas possíveis em todas as línguas; ou seja, têm a capacidade de registrar múltiplos sons no seu aparato fonológico amplamente plástico. A partir dos seis meses, quando ocorre a primeira importante poda sináptica no cérebro, este cenário já se modifica e os bebês começam a fixar apenas os fonemas das línguas a que são expostos. Assim, esse sistema fonológico fica mais rígido e menos flexível a mudanças e os fonemas novos, pertencentes a línguas não-nativas, vão ficando cada vez mais difíceis de serem pronunciados.
Outro mito circundando o bilinguismo infantil é o de que apenas pais bilíngues podem criar filhos bilíngues. O fato é que mesmo pais monolíngues podem incentivar o bilinguismo em casa e proporcionar experiências bilíngues para que as crianças, por si só, aprendam a partir dos estímulos que recebem nesses espaços, sendo a escola bilíngue um deles. Ainda, cuidadores podem começar a aprender uma segunda língua ao mesmo tempo que as crianças e utilizar essa língua com os seus filhos. Isso ajuda a expor a criança ainda mais a palavras e frases em outro idioma e traz enormes benefícios dessa conexão que se forma entre pais e filhos, mesmo que os falantes não sejam perfeitamente fluentes.
Mas qual é a explicação para o surgimento de tais mitos? Em parte, do fato de que adultos tendem a julgar a capacidade cognitiva dos bebês levando em consideração a sua própria experiência de aprendizagem de línguas. Não é incomum que os pais tenham passado por dificuldades, típicas de adultos, no processo de aquisição de uma segunda língua e projetem as mesmas dificuldades em suas crianças. Entretanto, como mencionado anteriormente, os bebês são cognitivamente muito capazes de executar tarefas que para nós, adultos, seriam muito difíceis e desafiadoras.
E quais são os benefícios do bilinguismo ao longo da vida? Crianças bilíngues que iniciaram sua experiência enquanto bebês também têm suas funções executivas impactadas positivamente pelo bilinguismo. A constante alternância entre línguas, que é vista muitas vezes pelos pais como uma “salada linguística”, é, na verdade, evidência de um processamento mental extremamente complexo e naturalmente esperado. Tal alternância desenvolve e exercita o controle inibitório e a atenção das crianças bilíngues, criando uma reserva cognitiva que lhes será útil durante toda a vida, inclusive para retardar os efeitos do envelhecimento mais adiante. Em nível cerebral, isso pode ser percebido pelo aumento no volume de massa cinzenta no córtex pré-frontal, a parte frontal do cérebro que é importante para o pensamento de alto nível, como a tomada de decisões e a resolução de problemas. Mas as vantagens não param por aí, a flexibilidade cognitiva ainda torna a criança bilíngue mais empática e sensível culturalmente a outros indivíduos e suas necessidades comunicativas.
Por fim, é claro que podemos aprender novas línguas durante a vida inteira e uma pessoa pode se tornar bilíngue de várias maneiras, em várias etapas da vida. No entanto, considerando o aparato neurobiológico dos bebês, quanto mais cedo, melhor. Sim, bebês podem e devem se tornar bilíngues. Cabe a nós, professores e cuidadores, tornarmos essa experiência bilíngue prazerosa para eles.
Leituras sugeridas:
LENT, R. O Cérebro aprendiz: neuroplasticidade e educação. Atheneu, 2019. DEHAENE, S. É assim que aprendemos: Por que o cérebro funciona melhor do que qualquer máquina (ainda…). Editora Contexto, 2022.
Minibio:
Janaina Weissheimer é Professora Associada no Departamento de Línguas Estrangeiras Modernas da UFRN, membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Estudos da Linguagem e coordenadora do AprendiLab (Laboratório de Aprendizagem e Leitura) do Instituto do Cérebro da UFRN. Possui doutorado em Letras Inglês pela UFSC e realizou estágio pós-doutoral em Neurociências no Kutas Cognitive Electrophysiology Lab na Universidade da Califórnia San Diego UCSD (2014-2015) e em Bilinguismo no Bilingualism Mind and Brain Lab na Universidade da Califórnia Irvine UCI (2023). Seus interesses de pesquisa envolvem Neurociências da Educação, Bilinguismo e Educação Bilíngue e Ciências da Aprendizagem. É pesquisadora nível 2 do CNPq e membro da coordenação da Rede Nacional de Ciência para Educação.
Alunos de qualquer idade estudando em ambientes multilingues tendem a demonstrar características diferentes de crianças em educação monolingue.
Embora haja exceções, estas são algumas características de alunos de imersão bilingue ou multilingue:
Alunos bilingues questionam mais
Alunos bilingues têm facilidade em fazer comentários ou questionar além do que é
proposto. O professor passa a ser um facilitador. A movimentação de uma sala onde duas línguas são faladas é diferente de qualquer outra.
As atividades de alunos bilingues/multilingues são feitas com mais liberdade e criatividade
Não de trata, obviamente, de atividades já estruturadas, prontas, impressas ou de material didático.
Quando crianças são deixadas livres para produzir algo já proposto, planejado e organizado pelos professores, elas tendem a desenvolver atividades diferentes do que esperamos.
Como professores, devemos nos controlar para não gerenciar as atividades da nossa maneira todo o tempo, uma parte deve ser direcionada no desenvolvimento da atividade e outra parte deixando a criatividade fluir.
Devemos ouvi-los para que possam desenvolver a capacidade de propor o ‘diferente dos padrões’, que muitas vezes nós mesmos estabelecemos dentro da sala de aula.
Geralmente estabelecemos esses ‘padrões’ para terminar logo a atividade. Mas, o que eles precisam é de tempo para pensar e fazer.
O resultado de atividades propostas sem padrões rígidos vai sempre além do que esperamos. Alunos bilingues são criativos quando motivados da forma correta.
Alunos bilingues usam pessoas como referência em sua lingua mãe e segunda lingua.
O educador que se mantém firme no propósito do uso da língua na qual trabalha, torna-se referência na segunda língua.
Por exemplo, alunos que tiveram um professor que usava a língua inglesa em sala de aula e algum tempo depois o encontram num ambiente fora de sala de aula, ainda usarão a língua inglesa para se comunicar com ele.
Pode algo na mente dos alunos como: com esse professor eu falo em português, com aquele em inglês. Isso não depende da nacionalidade do professor, pelo contrário, mas da solidez deste em manter-se falando a língua que leciona como um padrão já estabelecido.
Há outras características, porém essas são as que podemos ver evidenciadas na rotina escolar.
Além disso, o que sabemos é que ser professor em ambiente bilingue significa crescer todos os dias como profissional, querer ser melhor no que faz a cada dia e amar ver seus alunos falando a segunda lingua de uma forma próxima ao natural, devido à Imersão de todas as aulas.
Como os Responsáveis podem acompanhar o ensino bilíngue dos filhos
Os responsáveis têm um papel essencial no processo de aprendizagem de um segundo idioma por bebês. Seu acompanhamento atento e ativo potencializa muito a eficácia das aulas, garantindo que a aquisição do idioma ocorra de maneira natural e prazerosa.
1. Primeiramente, os responsáveis devem se manter informados sobre o método de ensino utilizado pela escola ou curso, compreendendo claramente quais são os objetivos, estratégias e expectativas das atividades realizadas. Essa compreensão permitirá que eles façam o acompanhamento adequado do progresso e entendam as etapas do desenvolvimento linguístico do bebê.
2. É crucial que os responsáveis participem das atividades propostas, estendendo-as para casa sempre que possível. Por exemplo, se o bebê estiver aprendendo canções em inglês, os pais devem continuar cantando essas mesmas músicas em casa, utilizando gestos e expressões faciais para reforçar o aprendizado. Esse reforço constante cria uma associação positiva e afetiva com o idioma, o que facilita o aprendizado e desperta o interesse contínuo pela nova língua.
3. Outro ponto essencial é manter uma comunicação frequente com os educadores responsáveis pelo ensino do idioma. É importante que haja reuniões regulares para discutir os avanços, dificuldades ou possíveis ajustes no processo de aprendizagem. Durante esses encontros, os responsáveis devem compartilhar observações sobre o comportamento e a reação do bebê diante das atividades realizadas em casa, recebendo em contrapartida orientações específicas para apoiar ainda mais o desenvolvimento linguístico da criança.
4. Além disso, devem criar em casa um ambiente favorável ao aprendizado de idiomas. Isso inclui a exposição frequente ao idioma por meio de livros infantis ilustrados, vídeos educativos curtos, músicas alegres e brincadeiras simples que envolvam o uso da nova língua. Esses estímulos devem ser constantes e adaptados à rotina diária, como na hora do banho, das refeições ou na hora de dormir. Pequenas interações diárias são altamente eficazes, já que promovem um aprendizado consistente e divertido.
5. Registrar o desenvolvimento do bebê também é uma estratégia valiosa. De vem anotar ou gravar pequenos vídeos mostrando como o bebê reage às atividades propostas, como o reconhecimento de sons, palavras ou respostas em inglês. Esses registros serão úteis não apenas para avaliar o progresso do bebê ao longo do tempo, mas também para identificar pontos que necessitam de mais atenção, possibilitando uma intervenção mais pontual e assertiva.
6. É fundamental que os responsáveis cultivem uma atitude positiva e encorajadora em relação à aprendizagem do segundo idioma. Bebês são sensíveis às emoções e atitudes dos adultos à sua volta, por isso, demonstrar entusiasmo e aprovação diante das tentativas de comunicação da criança, mesmo que ainda muito rudimentares, é crucial para motivá-la a seguir aprendendo e experimentando novas expressões e palavras.
Quando esses pontos são observados e seguidos com dedicação e constância, os responsáveis potencializam significativamente o processo de aquisição de um segundo idioma pelo bebê, fazendo com que a aprendizagem aconteça de forma natural, prazerosa e altamente eficaz.